Este look é meu queridinho do mês! Estava louca atrás de uma calça toda rasgada, na verdade ainda não encontrei uma deste jeitinho. Mas já garanti esta preta, ela é rasgadinha e possui o detalhe da lateral todo de spikes. O legal da calça preta é que é fácil de usar com blusinhas leves ou camisas de alfaiataria também são muito bem vindas para combinação. Esta blusa dispensa comentários, ela possui transparência na medida certa e fica linda no corpo. Dá para usar ela também por dentro de uma saia de couro e maxi –colar para complementar. Que tal?
Sabe aquela calça velha esquecida dentro do armário? Pode resgatá-la das profundezas e arrasar na customização! Eu explico: o jeans rasgado voltou com tudo. E tem dedinho de marca grande nisso, claro. A Saint Laurent Paris tá super rock and roll + grunge na última campanha. Traduzindo: rebeldia, cara de nem-me-arrumei-e-tô-linda, peças podrinhas e aparente desleixo. É aí que entra o jeans rasgado!
A modelagem da vez é mais larguinha e aceita grandes e pequenos rasgos – mas prefere os grandes! Mas isso não é regra, claro. O legal é se inspirar na tendência e usar da forma como preferir – skinny ou flare, totalmente detonada ou só com alguns rasguinhos.
Dá uma olhada nas fotos que eu separei de inspiração:
E aí, será que esse revival dos anos 90 vai pegar de novo?
Olá mulherada, tudo bem? Hoje trago para vocês um look todo preto, por mais que eu queira fugir desta cor uma vez ou outra acabo fazendo o look todo preto, não tem jeito. Preto é prático, é chique, e combina com inverno. Como a cor preta é neutra dá para abusar das texturas, no caso deste look misturei o couro da saia com a camisa trabalhada. Não sei se faz o estilo de todas, mas eu gostei da combinação. Vejam:
Saia: 284 – TEM AQUI/ Camisa: Thelure – TEM AQUI / Sandália: Schutz / Clucth: Accessorize
Que mulher aqui não adora bolsas? Entra tendência, sai tendência, a gente tem sempre um modelo em vista. Mas alguns modelos guardam uma história incrível e inspiradora por trás de toda a beleza…
Li esses dias no hypeness AQUI a história da Cambridge Satchel Company e fiquei encantada! Não tinha como não dividir isso com vocês.
A história é assim: Julie Deane era uma mulher “normal” que precisou mudar a sua filha de colégio por causa de bullying. O problema era: ela não tinha dinheiro pra isso, mas precisava fazer algo pela filha. Com apenas 600 euros como investimento, Julie resolveu fazer bolsas. Pra isso, ela fuçou o Google inteiro para saber se alguém estava fazendo algo parecido, cotar preços e tudo mais. Além disso, Julie fez também o seu próprio site depois de se inscrever num curso on line para aprender, anunciou seus produtos em todas as listas grátis e sempre pedia para que os compradores mandassem fotos das bolsas – que no começo existiam apenas nas cores preta, marrom escuro e caramelo.
Os clientes então começaram a comentar sobre os blogs de moda e a Julie foi atrás, entrou em contato com as blogueiras sem poder dar nada em troca. Um dia, teve a ideia de fazer modelos coloridos, e aí estourou: “No momento que coloquei-as a venda elas sumiram e ficou claro que este era o caminho” , diz ela.
Daí pra frente, Julie consolidou sua parceria com blogs de moda e fashionistas e foi apenas uma questão de tempo para que a Cambridge Satchel virasse uma febre.
Em 2011, na Semana de moda de Nova Iorque, depois de uma uma aparição na Elle, a bolsa estava por todas as partes.
Hoje, as bolsas da Cambridge Satchel Company são vendidas em mais de 190 lugares e e estão presentes em 100 países, faturando uma média de 16 milhões de dólares por ano. O mais legal disso tudo é que o preço da bolsa é alcançável: a clássica custa 94 libras.
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